BOT 01 - Anatomia Vegetal Aplicada

Crescimento primário e secundário. Organização interna dos órgãos. Adaptações aos diferentes habitats. Aspectos evolutivos. Anatomia aplicada à produção de alimentos, medicamentos e madeira. Variações morfológicas em espécies sujeitas à poluição. Aplicações da anatomia vegetal na taxonomia, conservação e fitorremediação.
Obrigatória; Carga Horária: 45 horas; Créditos: 3

Bibliografia

ALBERTS, B.; BRAY, D.; HOPKIN, K.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.;
WALTER, P. Fundamentos da biologia celular. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed. 2011.
BECK, C. An introduction to plant structure and development: plant anatomy for the
twenty-first century. 2ª ed. Cambridge: Cambride University Press. 2011.
Periódicos: Acta Botanica Brasilica, Annals of Botany, Economic Botany, Environmental
and Experimental Botany, Plant Science, Flora, IAWA Journal, Trees.

BOT 02 - Ecofisiologia Vegetal

O ambiente das plantas. Bases fisiológicas da interação planta e ambiente – Fotossíntese, Respiração, utilização de nutrientes minerais e relações hídricas. O ambiente como fator limitante ao crescimento, desenvolvimento e distribuição das plantas. Adaptações anatômicas, morfológicas, fisiológicas, bioquímicas e de desenvolvimento em plantas. Mecanismos fisiológicos das plantas do semiárido. Respostas das espécies às alterações ambientais.
Obrigatória; Carga Horária: 45 horas; Créditos: 3

Bibliografia

De KOK, L.J.; HAWKESFORD, M.J. Plant ecophysiology. Springer, 2016.
JONES, H.G. Plants and microclimate: a quantititative approach to environmental plant
physiology. 3 rd Ed., Cambridge University Press, 2014.
LAMBERS, H.; CHAPIN III, F.S.; PONS, T. L. Plant physiological ecology. Springer, 2008.
TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. 3. ed. São Paulo: Artmed, 2013. 719p.
TAUSZ, M.; GRULKE, N. Trees in a changing environment: ecophysiology, adaptation,
and future survival (plant ecophysiology). Springer, 2014.
MATYSSEK, R., SCHNYDER, H., OßWALD, W., ERNST, D., MUNCH, J.C., PRETZSCH, H.
Growth and Defence in Plants – Resource Allocation at Multiple Scales. Springer,
2012.
Periódicos: Plant Physiology, Botany, Plant Molecular Biology, Theoretical and
Experimental Plant Physiology, Physiologia Plantarum, Annual Review of Plant Biology.

BOT 03 - Ecologia de Vegetações Tropicais

Ecologia de populações e comunidades vegetais. Comunidade filogenéticas, filogeografia, endemismo e raridade. Clima, solo e vegetação nos trópicos. Formações vegetais tropicais: ênfase nas formações vegetais do semi-árido mineiro. Princípios e mecanismos da sucessão. Ecologia da polinização e da dispersão de frutos e sementes;
dormência e germinação de sementes; fenologia. Ecologia do estabelecimento das plantas (banco de sementes e de plântulas). Evolução de interações ecológicas (mutualismo, facilitação e herbivoria). Estrutura e dinâmica de comunidades vegetais. Ecologia da paisagem (fragmentação vegetal: teorias e aplicabilidade). Descrição da vegetação no campo: metodologias e procedimentos gerais para inventário de flora e sua aplicação em licenciamento ambiental. Análises descritiva e quantitativa da flora. Análise de vegetações em diferentes estágios de sucessão e caracterização de espécies vegetais chave para aceleração da sucessão natural e restauração de áreas
degradadas.
Obrigatória; Carga Horária: 45 horas; Créditos: 3

Bibliografia

GUREVITCH, J.; SCHEINER, S.M.; FOX, G.A. Ecologia vegetal. 2a ed. Porto Alegre:
Artmed. 2009.
GHAZOUL, J.; SHEIL, D. Tropical rain forest: ecology, diversity, and conservation.
Oxford, 2010.
TURNER, M.G.; GARDNER, R.H. Landscape ecology in theory and practice: pattern and
process. Springer, 2015.
Periódicos: Biotropica, Plant Ecology, Annual Review of Ecology and Systematics,
Trends in Ecology and Evolution, Vegetation Science, Conservation Biology, Restoration
Ecology, Flora, Brazilian Journal of Botany, Acta Botanica Brasilica.

BOT 04 - Sistemática das Espermatófitas e Coleções Botânicas

Origem das Gimnospermas e Angiospermas. Caracterização das espermatófitas. Sistemas de classificação: análise comparativa. Regras de nomenclatura botânica. Caracteres gerais e tendências evolutivas das principais Famílias de Gimnospermas e Angiospermas. Técnicas de reconhecimento de espécimes vegetais. Técnicas de coleta,
Herborização ou armazenamento de espécimes vegetais. Curadoria de Coleções Botânicas. Uso de coleções botânicas para pesquisa e divulgação científica.

Obrigatória; Carga Horária: 45 horas; Créditos: 3

Bibliografia

APG – THE ANGIOSPERM PHYLOGENY GROUP. 2016. An update of the Angiosperm
Phylogeny Group classification for the orders and families of flowering plants: APG IV.
Botanical Journal of the Linnean Society 181(1):1-20.
FONSECA, R. S.; VIEIRA, M. F. 2015. Coleções botânicas com enfoque em herbário.
Viçosa: CEAD-UFV, 26p.
JUDD, W.S.; CAMPBELL, C.S.; KELLOG, E.A.; STEVENS, P.F.; DONOGHUE, M.J. Plant
systematics: a phylogenetic approach. 4ª ed. Massachusetts: Sinauer Associates, Inc.
2015.
RAVEN, P.H.; EICHHORN, S.E.; EVERT, R.F. Biologia vegetal. 8ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan 2014.
SOUZA, V.C.; LORENZI, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das
famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG III. 3ª ed. Nova
Odessa: Plantarum. 2012.
Periódicos: American Journal of Botany, Botanical Journal of the Linnean Society,
Novon, A Journal for Botanical Nomenclature, Taxon, Plant Systematics and Evolution,

Systematic Botany, Annals of the Missouri Botanical Garden, Perspectives in Plant
Ecology, Evolution and Systematics

BOT 05 - Seminário I

Palestras de professores e convidados sobre de temas atuais em Botânica Aplicada e Apresentação dos Projetos de Dissertação como atividade obrigatória.
Obrigatória; Carga Horária: 15 horas; Créditos: 1

BOT 06 - Seminário II

Palestras de professores e convidados sobre de temas atuais em Botânica Aplicada e Apresentação de Seminários dos Acadêmicos relacionados ao tema da dissertação como atividade obrigatória.
Obrigatória; Carga Horária: 15 horas; Créditos: 1

BOT 07 - Biodiversidade e Recursos Genéticos no Semiárido

Diversidade biológica no semiárido: conceitos e teorias. Tipologias vegetais do semiárido. Valor da biodiversidade. Dependência humana da diversidade biológica. Alterações biológicas, causas e consequências. Avaliação da biodiversidade e consequências para a conservação e aproveitamento dos recursos biológicos e genéticos. Conceitos básicos e terminologia em recursos genéticos. Diversidade e conservação genética de plantas. Técnicas de amostragem no manejo de recursos filogenéticos. Tamanho efetivo de população. Prospecção e coleta de germoplasma. Conservação" in situ" e “ex situ" de germoplasma. Aproveitamento e melhoramento dos recursos vegetais e sua aplicação sustentável. Bioprospecção florística dos produtos e subprodutos para valorização da biodiversidade. Exploração sustentável da biodiversidade. Acesso à biodiversidade: aspectos éticos e legais. Exploração da biodiversidade como fonte sustentável de novos produtos. Aproveitamento biotecnológico da biodiversidade.
Não Obrigatória; Carga Horária: 45horas; Créditos: 3

Bibliografia

GUVEVITCH, J.; SCHEINER, S.M.; FOX, G.A. Ecologia vegetal. 2ª ed. Porto Alegre:
Artmed. 592 pp. 2009.
LAIR, S; WYNBERG, R. Biodiversity research, bioprospecting and commercialization:
science, markets and acess and benefit-sharing. Routledge, 2014.
WALKER, T. Plant conservation: why it matters and how it works. Timber Press, 2013.

BOT 08 - Biologia Floral e Reprodutiva

Histórico e conceitos. Morfologia e dinâmica funcional das flores. Sistemas reprodutivos, mecanismos reprodutivos e tendências evolutivas. Síndromes florais. Interações planta-polinizador e a estruturação das comunidades. Atrações e recursos florais. Adaptações florais associadas à polinização. Estratégias reprodutivas em diferentes formas de vida, grupos taxonômicos e formações vegetais. Aplicações da biologia reprodutiva na conservação de espécies ameaçadas. Valoração dos serviços de polinização.
Não Obrigatória; Carga Horária: 45horas; Créditos: 3

Bibliografia

DAFNI, A., KEVAN, P. G.; HUSBAND, B. C. Practical pollination biology. Cabdirect. 2005.
HARDER, L. D.; BARRETT, S. C. H. Ecology and Evolution of Flowers. Oxford. 2013.
REAL, L. Pollination Biology. Academic Press, INC. 2012.
RECH, A. R.; Agostini, K. (Org.); Oliveira, P.E.A.M. (Org.); MACHADO, I. C. S. (Org.).
Biologia da Polinização. 1. ed. Rio de Janeiro: Editora Projeto Cultural, 2014. v. 1. 623p .
WASER, N. M.; OLLERTON, J. Plant-Pollinator Interactions. The University of Chicago
Press. 2006.
WILLMER, P. Pollination and Floral Ecology. Princeton University Press. 2011.
VIEIRA, M. F.; FONSECA, R.S. 2014. Biologia reprodutiva em angiospermas: síndromes
florais, polinizações e sistemas reprodutivos sexuados. Viçosa: CEAD-UFV, 24p.

BOT 09 - Cultura de Tecidos Vegetais

Histórico e aplicações da Cultura de Tecidos Vegetais (CTV). Fundamentos fisiológicos e anatômicos da CTV. Principais técnicas da CTV: organogênese, micropropagação, limpeza clonal, cultura de embriões zigóticos, embriogênese somática, conservação de recursos genéticos in vitro.
Não Obrigatória; Carga Horária: 45horas; Créditos: 3

Bibliografia

BEYL, C.A.; TRIGIANO, R.N. Plant propagation concepts and laboratory exercises. CRC
Press, 2014.
BHOJWANI, S.S. Plant tissue culture: applications and limitations. Elsevier, 2012.
BONNER J, VARNER JE. Plant biochemistry. Elsevier, 2012.
Downs R.J. Environment and the experimental control of plant growth. Elsevier, 2012.
Periódicos: Plant Cell, Tissue and Organ Culture; In Vitro Cellular and Developmental
Biology – Plant; Plant Cell; Plant Cell Reports; Hortscience.

BOT 10 - Dendrologia

Evolução e importância da dendrologia. Principais grupos taxonômicos de Angiospermas e Gimnospermas. Características dendrológicas. Métodos de identificação de árvores e arbustos de Floresta Estacional Decidual, Floresta Estacional Semidecidual e Cerrado. Prática de coleta e registro de características dendrológicas. Prática de identificação em laboratório, com auxílio de literatura especializada e consulta a herbários físicos e coleções virtuais. Espécies arbóreas conspícuas do semiárido mineiro. Treinamento no reconhecimento de espécies em campo e descrição da comunidade vegetal sob a ótica da biogeografia, ameaça à conservação e
características relevantes de cada espécie, visando a elaboração de relatórios de análise ambiental
Não Obrigatória; Carga Horária: 45horas; Créditos: 3

Bibliografia

JUDD, W.S.; CAMPBELL, C.S.; KELLOG, E.A.; STEVENS, P.F.; DONOGHUE, M.J. 2015.
Plant Systematics: A Phylogenetic approach. 4ª ed.Massachusetts: Sinauer
Associates, Inc., 620p.
MARCHIORI, J.N.C. 2013. Elementos de Dendrologia. 3ª ed. Santa Maria: Editora UFSM,
216p.
PINHEIRO, A.L. 2014. Fundamentos em taxonomia aplicados no desenvolvimento da
dendrologia tropical. Viçosa: Editora UFV, 278p.
SIMÃO, M.V.R.C.; FONSECA, R.S.; ALMEIDA, A.; LIMA, G.S.; LEITE, J.P.V.; MARTINS, S.V.
2017. Árvores da Mata Atlântica: livro ilustrado para identificação de espécies típicas
de Floresta Estacional Semidecidual. 1. ed. Manaus, 234p.

BOT 11 - Descrição e Análise da Vegetação

Abordagens científicas e estudos de vegetação, escalas de estudo, fatores ambientais e vegetação. Métodos de classificação da vegetação. Delineamento amostral e coleta de dados, atributos e variáveis ambientais, descrições fisionômicas e florísticas da vegetação. Conceitos e métodos em estudos fitossociológicos. Parâmetros fitossociológicos. A natureza e propriedade dos dados de vegetação, análise multivariada, medidas de associação e de similaridade, índices de diversidade. Análise dos atributos de diferentes formações vegetais do semiárido mineiro.
Não Obrigatória; Carga Horária: 45 horas; Créditos: 3

Bibliografia

BEGON, M.; TOWNSEND, C.R & HARPER, J. L. Ecologia – De indivíduos a ecossistemas.
4ª ed. Porto Alegre: Ed Artmed. 740pp. 2007.
CARVALHO, C.J.B. & ALMEIDA, E.A.B. Biogeografia da América do Sul: padrões e
processos. São Paulo: Roca. 306pp. 2010.
COX, C.B. & MOORE, P.D. Biogeografia: uma abordagem ecológica e evolucionária. 7ª
ed. Rio de Janeiro: LCT. 398pp. 2011.
EISENLOHR, P.V.; FELFILI, J.M.; MELO, M.M.R.F.; ANDRADE, L.A.; NETO, J.A.A.M.;
Fitossociologia no Brasil: métodos e estudos de Casos. Viçosa: Ed. UFV. 474pp. V. II;
2015.
FELFILI, J.M.; EISENLOHR, P.V.; MELO, M.M.R.F.; ANDRADE, L.A.; NETO, J.A.A.M.
Fitossociologia no Brasil: métodos e estudos de Casos. Viçosa: Ed. UFV. 556pp. V.I;
2011.

GUVEVITCH, J.; SCHEINER, S.M.; FOX, G.A. Ecologia vegetal. 2ª ed. Porto Alegre:
Artmed. 592 pp. 2009.
HAIR, J.R.; BLACK, W.C.; BABIN, B.J.; ANDERSON, R.E.; TATHAM, R.L. Análise
multivariada de dados. 6ª ed. Porto Alegre: Bookman. 688pp. 2009.
KENT, M. Vegetation description and analysis: a practical approach. Plymouth, UK.
403pp. 2012.
MARTINS, S.V. Ecologia de florestas tropicais do Brasil. Viçosa: Editora UFV. 2009.
270pp.
NEWBERY, D.M.; PRINS, H.H.T.; BROWN, N. Dynamics of tropical communities. 37th
ed. Symposium of the British Ecological Society. Cambridge: Cambridge University.
650pp. 2011.
Periódicos: Acta Botanica Brasilica, Brazilian Journal of Botany, Roriguésia, Acta
Amazônica, Plant Ecology, Journal of Vegetation Science, Revista Árvore, Cerne, Anais
da Academia Brasileira de Ciências, Biotropica.

BOT 12 - Desenvolvimento Vegetal

Controle do crescimento, diferenciação e morfogênese. Hormônios vegetais. Fatores abióticos de controle do desenvolvimento. Morfoanatomia e desenvolvimento de estruturas vegetativas e reprodutivas. Aplicações do controle do desenvolvimento vegetal na agricultura. Experimentação em desenvolvimento vegetal.
Não Obrigatória; Carga Horária: 45 horas; Créditos: 3

Bibliografia

BEWLEY, J.D.; BRADFORD, K.J.; HILHORST, H.W.M.; NONOGAKI, H. Seeds: Physiology of
development, germination and dormancy. Springer. 2013.
BONNER, J.& VARNER, J.E. Plant biochemistry. Elsevier. 2012.
DOWNS, R.J. Environment and the experimental control of plant growth. Elsevier:
2012.
EVANS, L.T.Environmental control of plant growth. Elsevier. 2012.
FITTER, A.H.& HAY, R.K.M. Environmental physiology of plants. Academic press. 2012.
Periódicos: Plant Physiology, Physiologia Plantarum, Environmental and Experimental
Botany, Plant Science, Annals of Botany, Hortscience.

BOT 13 - Domesticação e Pré-Melhoramento de Espécies Florestais

Importância do pré-melhoramento, Variabilidade genética e o pré-melhoramento, Conservação de espécies florestais com potencial de utilização em programas de pré-melhoramento, Conservação ex situ e in situ de germoplasma florestal, Estratégias de pré-melhoramento para espécies florestais, Uso de ferramentas biotecnológicas no pré-melhoramento florestal.
Não Obrigatória; Carga Horária: 45 horas; Créditos: 3

Bibliografia
FRITSCHE-NETO, R.; BORÉM, A. Plant Breeding for Abiotic Stress Tolerance. Berlin:
Springer, 2012. 176p.
HENRY, R.; KOLE, C. Genetics. Genomics and Breeding of Eucalypts. Boca Raton, CRC
Press, 2014. 206p.
NORMAH, M. N.; CHIN, H. F.; REED, B. M. Conservation of Tropical Plant Species. New
York: Springer, 2013. 529p.
PIRES, I. E.; RESENDE, M. D. V.; SILVA, R. L.; RESENDE JR., M. F. R. Genética Florestal.
Viçosa: Arka, 2011, 320 p.
PONTAROTTI, P. Evolutionary Biology: Biodiversification from Genotype to Phenotype.
Berlin: Springer, 2015. 409p.
PONTAROTTI, P. Evolutionary Biology. Berlin: Springer, 2016. 422p.
SINGH, B. D.; SINGH, A. K. Marker-Assisted Plant Breeding: Principles and Practices.
New Delhi: Springer, 2015. 509p.
XAVIER, A.; WENDLING, I.; SILVA, R. L. Silvicultura Clonal: Princípios e Técnicas. 2ed.
Viçosa: Editora UFV, 2013. 279p.

BOT 14 - Ecologia de Populações de Plantas

Conceitos em ecologia de populações; padrões de distribuição; análise de sobrevivência; tabelas de vida; modelos de crescimento populacional; histórias de vida; dinâmica de populações; competição interespecífica; predação;
metapopulações; genética de populações; técnicas de amostragem em ecologia de populações. Aplicações da ecologia de populações na conservação de espécies e no manejo sustentável de produtos madeireiros e não madeireiros.
Não Obrigatória; Carga Horária: 45 horas; Créditos: 3

Bibliografia
BEGON, M.; HARPER, J.R; TOWNSEND, C.R. Ecology: individuals, populations and
communities. 4 th ed. London: Blackwell. 2006.
BEGON, M.; HOWARTH, R.W.; TOWNSEND, C.R. Essentials of ecology: individuals,
populations and communities. 4 th ed. London: Blackwell. 2014.
KREBS, C.J. Ecology: the experimental analysis of distribution and abundance. 5th ed.
New York: Harper Collins College Publishers. 2005.

BOT 15 - Engenharia Natural e Restauração Ambiental

Conceitos e definições. Engenharia para construir sustentabilidade. Valores da ecologia da restauração. Distúrbio, degradação e destruição dos recursos naturais. Princípios e atributos ecológicos da restauração ambiental. Desenvolvimento da ciência da restauração ambiental no tempo. Sistemas de referência ecológica. Modelos e técnicas da restauração ambiental. Descrição e tipologias de intervenção de engenharia ambiental. Elaboração de projetos de recuperação de áreas degradadas. Manutenção e monitoramento de projetos de restauração ecológica. Aspectos legais. Ecologia da restauração: uma profissão.
Não Obrigatória; Carga Horária: 30 horas; Créditos: 2

Bibliografia
ANDEL, J. V.; ARONSON, J. Restoration ecology: the new frontier. Chichester: Wiley-
Blackwell. 2012.
CLEWELL, A. F.; ARONSON, J. Ecological restoration: principles, values and structure of
an emerging profession. Washington: Island Press. 2013.
DARBY, S.; SEAR, D. River restoration: managing the uncertainty in restoring physical
habitat. Chichester: Wiley. 2008.
FERNANDES, J.P.; FREITAS, A.R.M. Introduçãoà engenharia natural. EPAL, 2011.
GUREVITCH, J.; S. M. SCHEINER; G. A. FOX. Ecologia vegetal. Porto Alegre: Artmed.
2009.
MARTINS, S. V. Recuperação de áreas degradadas: ações em áreas de preservação
permanente, voçorocas, taludes rodoviários e de mineração. Viçosa: Aprenda Fácil.
2009.
Periódicos: Restoration Ecology, Conservation Biology, Revista Árvore, Scientia
Florestal, Cerne.

BOT 16 - Estruturas Secretoras em Plantas

A célula secretora. Mecanismos de secreção. Classificação e tipos de estruturas secretoras. Estruturas secretoras de compostos com valor econômico. Análise de imagens de microscopia de transmissão. Importância ecológica e econômica das estruturas secretoras.
Não Obrigatória; Carga Horária: 45 horas; Créditos: 3

Bibliografia
ALBERTS, B.; BRAY, D.; HOPKIN, K.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.;
WALTER, P. Fundamentos da biologia celular aplicados a sementes. 3ª ed. Viçosa: UFV.
Porto Alegre: Artmed. 2011.
APPEZZATO-DA-GLÓRIA, B.; CARMELLO-GUERREIRO, S. M. Anatomia vegetal. 2ª ed.,
rev. e atual. Viçosa: Ed. UFV. 438 pp. 2006.
BECK, C. B. An introduction to plant structure and development: plant anatomy for the
twenty-first century. 2 nd ed. Cambridge, U.K.; New York, N.Y.: Cambridge University
Press. 441 pp. 2011.
WAYNE, R. Plant cell biology. From astronomy to zoology. California: Elsevier. 2009
Periódicos: Acta Botanica Brasilica, Annals of Botany, Economic Botany, Environmental
and Experimental Botany, Plant Science, Flora, IAWA Journal, Trees

BOT 17 - Fitogeografia do Brasil

Fitogeografia: definição e seu aspecto interdisciplinar; escala e sua importância para interpretação fitogeográfica; fluxo de energia e matéria; interação solo-clima- vegetação e interpretação de paisagens; domínios morfoclimáticos e fitogeográficos; sistema de classificação da vegetação brasileira; padrões de distribuição de espécies;
mudanças climáticas e seus efeitos sobre as vegetações; análises de dados aplicados à fitogeografia; o papel da fitogeografia para o manejo de paisagens e aplicação de políticas conservacionistas.
Não Obrigatória; Carga Horária: 45 horas; Créditos: 3

Referências
Ab’39;saber, A. N. 2012. Os Domínios de Natureza No Brasil – Potencialidades Paisagísticas
– 7ª Ed. Ateliê
Brown, J.H. & Lomolino, M.V. 2010. Biogeography. 4a ed. Oxford University Press.
Eisenlohr, P.V., Felfili, J.M., Melo, M.M.R.F., Andrade, L.A., Meira-Neto, J.A.A., 2015.
Fitossociologia no Brasil: métodos e estudos de casos. Vol. II. Viçosa, MG: Editora UFV.
Felfili, J.M., Eisenlohr, P.V., Melo, M.M.R.F., Andrade, L.A., Meira-Neto, J.A.A., 2011.
Fitossociologia no Brasil: métodos e estudos de casos. Vol. I. Viçosa, MG: Editora UFV.
IBGE. 2012. Manual técnico da vegetação brasileira. Rio de Janeiro.
Peterson AT, Soberón J, Pearson RG, Anderson RP, Martínez-Meyer E, Nakamura M,
Araújo M. B. 2011. Ecological niche and geographical distribution. Princeton University
Press, Princeton
Vimeux, F., Sylvestre, F., Khodri, M. 2009. Past Climate Variability in South America and
Surrounding Regions. Springer Netherlands

BOT 18 - Fitoquímica

Introdução à análise fitoquímica. Coleta, identificação e preparo do material Vegetal. Análise fitoquímica preliminar: Flavonoides; Terpenoides e esteroides; Alcaloides; Taninos e compostos fenólicos totais; Antraquinonas e cardiotônicos. Interpretação e discussão de resultados.
Não Obrigatória; Carga Horária: 45 horas; Créditos: 3

Bibliografia
ARTICULAÇÃO PACARI. Farmacopéia popular do cerrado. Goiás: Articulação Pacari.
347pp. 2009.
LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas medicinais no Brasil: nativas eexóticas. 2ª ed. São
Paulo: Instituto PLANTARUM. 544 pp. 2008.
MATTOS, S. H.; INNECCO, R.; MARCO, C. A.; ARAÚJO, A. V. Plantas medicinais e
aromáticas cultivadas no Ceará: tecnologia de produção e óleos essenciais. Fortaleza:
BNB. 2007. 108 pp.
NOBEL, P.S. Physicochemical and environmental plant physiology. 4th ed. Amsterdam:
Elsevier Academic Press. 582 pp. 2009.

SIMÕES, C.M.O. (Org.). Farmacognosia: da planta ao medicamento. 6ª ed. Porto
Alegre: UFRGS, Florianópolis: UFSC. 1102 pp. 2010.

BOT 19 - Fitoprospecção e Desenvolvimento de Produtos

Bioprospecção e biodiversidade. Produtos naturais: Atualidades e perspectivas. Bioprospecção de biomoléculas com utilização de recursos genéticos. Bioprospecção de microrganismos em biotecnologia. Identificação dos principais usos de recursos genéticos bioprospectados. Proteção legal da biodiversidade e do processo de
bioprospecção. Acesso ao Patrimônio genético e ao Conhecimento tradicional associado. Bioprospecção de plantas, desenvolvimento de produtos, Propriedade Intelectual e Patentes. Domesticação de espécies e proteção de novas cultivares. Bioprospecção e biopirataria.
Não Obrigatória; Carga Horária: 30 horas; Créditos: 2

Bibliografia
BRASIL. Lei 9279/1996 – Lei que regula direitos e obrigações relativos à Propriedade
Industrial.
BRASIL. Lei 9456/1997 – Institui a Lei de Proteção de Cultivares.
BRASIL. Decreto Legislativo n° 2, de 1994 – Convenção sobre a Diversidade Biológica –
CD.
BRASIL. Lei 13.123/2015 – Lei que regula o cesso ao patrimônio genético, a proteção e
acesso ao conhecimento tradicional associado e sobre a repartição de benefícios para
conservação e uso sustentável da biodiversidade.
QUEZADA, F. Status and potencial of comercial bioprospecting activities in Latin
America and the Caribbean. CEPAL, Chile, 2007.
LAIR, S; WYNBERG, R. Biodiversity research, bioprospecting and commercialization:
science, markets and acess and benefit-sharing. Routledge, 2014.
SIMÕES, C.M.O. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 6ª ed. Porto Alegre:
UFRGS, Florianópolis: UFSC. 1102p. 2010.
WACHOWICZ, M. & ROVER, A.J. Propriedade Intelectual: Conhecimento Tradicional
Associado e Biopirataria. In: IACOMINI, V. (Org.). Propriedade Intelectual e
Biotecnologia. Curitiba: Editora Juruá. 45-62. 2007.

BOT 20 - Histoquímica de Plantas

Compartimentos celulares. Compostos químicos do metabolismo primário e secundário. Bases químicas das reações de coloração. Testes histoquímicos. Aplicações da histoquímica em plantas com valor econômico.

BECK, C.B. An introduction to plant structure and development: plant anatomy for the
twenty-first century. 2nd ed. Cambridge, U.K.; New York, N.Y.: Cambridge University
Press. 441 pp. 2010.
BONNER, J.; VARNER, J.E. Plant biochemistry. Elsevier, 2012.

VENTRELLA, M.C; ALMEIDA, A.L; NERY L.A; COELHO, V.P.D.M. Métodos histoquímicos.
Viçosa: Ed. UFV. 2013.
YEUNG, E.C.T.; STASOLLA, C.; SUMNER, M.J.; HUANG, B.Q. Plant microtechniques and
protocols. Springer. 2015.
Periódicos: European Journal of Histochemistry, Fitoterapia, Journal Integrative Plant
Biology, Journal of Natural Medicines, Journal of Natural Products, Microscopy and
Microanalysis, Planta Medica, The Journal of Histochemistry and Cytochemistry.

BOT 21 - Inserção da Botânica na Educação

Discutir o estado da arte do ensino de Botânica e desenvolver estratégias para os diferentes níveis de ensino. A Botânica e o ensino de Botânica, deficiências encontradas no ensino e aprendizagem desta ciência. Apresentação de estratégias de ensino adequadas à inserção da Botânica. Abordagem, caracterização e importância do
movimento Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente (CTSA). Construindo um conhecimento científico na sala de aula. Atividades de caráter investigativo. Produção e divulgação de material didático.
Não Obrigatória; Carga Horária: 30 horas; Créditos: 2

Bibliografia
CARVALHO, A.M.P. (org.) Ensino de Ciências Por Investigação: condições Para
Implementação Em Sala de Aula. Cengage Learning. 2013.
CHASSOT, ATTICO. I. Alfabetização científica: questões e desafios para a educação.4.
ed. Ijuí: Ed. Unijuí, 2008. 436 p.
DELIZOICOV, D. A.J.A; PERNAMBUCO, M.M. Ensino de ciências: fundamentos e
métodos. 2ª ed. São Paulo: Cortez. 2007.
SANTOS, W. L. P.; AULER, D. CTS e a educação científica. Desafios, tendências e
resultados de pesquisa. Editora UNB, 2011.
SILVA, L. M.; CAVALLET, V. J.; ALQUINI, Y. O professor, o aluno e o conteúdo no ensino
de botânica. Educação (UFSM). 2006.
SILVA, P. G. P. D. O ensino da botânica no nível fundamental: um enfoque nos
procedimentos metodológicos. 146 – f. 2008.

BOT 22 - Metabolismo Secundário de Plantas

Visão geral do metabolismo de plantas. Principais classes de metabólitos secundários, suas rotas biossintéticas; Metabólitos secundários e funções biológicas; Usos e perspectivas de uso dos metabólitos secundários pelo homem; Ocorrência em plantas.
Não Obrigatória; Carga Horária: 45 horas; Créditos:3

Bibliografia
LASON, G.R.; DICKE, M.; HARTLEY, S.E. The ecology of plant secondary metabolites.
Cambridge, 2012.

SIDDIQUI, M.W.; BANSAL, V. Plant secondary metabolites: Volume 3 – Their roles in
Stress Ecophysiology. Apple Academic Press, 2016.
SIDDIQUI, M.W.; BANSAL, V.; PRASAD, K. Plant secondary metabolites: Volume 2 –
Stimulation, Extaction and Utilization. Apple Academic Press, 2016.
SIDDIQUI, M.W.; PRASAD, K. Plant secondary metabolites: Volume 1 – Biological and
Therapeutical Significance. Apple Academic Press, 2016.
TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. 3. ed. São Paulo: Artmed Editora, 2013. 719p.
WINK, M. Biochemistry of plant secondary metabolism. Annual Plant Reviews, volume
40. 2 ed. Willey-Blackwell, 2010.
Periódicos: Annual Review of Plant Biology, Phytochemistry, Food Chemistry, Journal
of Ethnopharmacology

BOT 23 - Metodologia e Redação Científica

Estrutura lógica e filosofia da ciência. Métodos de planejamento experimental e a organização de projetos e textos científicos. Revisão e registro bibliográfico. Documentação científica e técnicas de redação. Cientometria e uso de medidas de avaliação. Publicação.
Não Obrigatória; Carga Horária: 30 horas; Créditos: 2

Bibliografia
SEVERINO, A.J. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez. 2017
FERRAREZI JR., C. Guia do trabalho científico: do projeto à redação final: monografia,
dissertação e tese. São Paulo: Contexto. 2013.
CAETANO-CHANG, M.R. Redação científica. Rio Claro: Instituto de Geociências e
Ciências Exatas-Universidade Estadual Paulista. 2012.
BLUNT, A.; NASH, F.; HATFIELD, M.; SOUCH, C. Publishing and getting read: a guide for
researchers in geography. London: Royal Geographical Society (with IBG) Publications.

BOT 24 - Plantas com Potencial de Uso no Controle de Parasitos

Alternativas de uso e conservação dos recursos vegetais com potencial no controle de parasitos. Identificação de plantas com potencial anti-parasitário. O uso de extratos brutos ou fracionados no controle de parasitos. Identificação e caracterização de metabólitos secundários presentes nas plantas com atividade de repelência e/ou
inseticida. Estudos dos principais métodos de extração de compostos secundários de plantas.
Não Obrigatória; Carga Horária: 30 horas; Créditos: 2

Bibliografia
LIANG XT, FANG WS. Medicinal chemistry of bioactive natural products, Wiley: New
Jersey, 2006.

NETTO JUNIOR NL, RIBEIRO JEG, RODRIGUES AG. O Programa de Pesquisas de Plantas
Medicinais da Central de Medicamentos. In: Ministérios da Saúde. Secretaria de
Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento da Assistência
Farmacêutica. A Fitoterapia no SUS e o Programa de Pesquisa de Plantas Medicinais da
Central de Medicamentos, Brasília-DF, 2006. p.148.
NEVES, D..P. Parasitologia humana. 11. ed. São Paulo: Atheneu, 2007. 494p.
QUICK, W. Anthelmintics: Clinical Pharmacology, Uses in Veterinary Medicine and
Efficacy. Veterinary Sciences and Medicine, 2014.
REY, L. Parasitologia. 3ª. ed. Ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2001.
RODRIGUES AG, SANTOS MG, AMARAL ACF. Políticas públicas em plantas medicinais e
fitoterápicos. In: Ministério da Saúde (BR), Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos
Estratégicos, Departamento de assistência farmacêutica. Fitoterapia no SUS e o
programa de pesquisas de plantas medicinais da central de medicamentos. Brasília-DF:
MS; 2006. p.9-28.
Periódicos: Parasitology Research, Farmacognosia, Ciência Rural, Arquivo do Instituto
Biológico, Fitoterapia, Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária, J.
Ethnopharmacol,

BOT 25 - Produção de Biomassa e Ciclagem de Nutrientes

Conceitos e componentes da biomassa vegetal.  Produção e métodos de avaliação da biomassa aérea em florestas tropicais. Principais componentes de entrada e saída de nutrientes em florestas. Contribuições da biomassa para a ciclagem de nutrientes. Transferência de nutrientes entre os sistemas solo-planta. Métodos de estudos de
decomposição e ciclagem de nutrientes.
Não Obrigatória; Carga Horária: 45horas; Créditos: 3

Bibliografia
BEGON, M.; TOWNSEND, C.R & HARPER, J. L. Ecologia – De indivíduos a ecossistemas.
4ª ed. Porto Alegre: Ed Artmed. 740pp. 2007.
KREBS, C.J. Ecology: the experimental analysis of distribution and abundance. 6th ed.
Vancouver: Benjamin & Cummings. 2009.
MARTINS, S.V. Ecologia de florestas tropicais do Brasil. Viçosa: Editora UFV. 2009.
SANTOS, G.A.; SILVA, L.S.; CANELLAS, L.P.; CAMARGO, F.O. Fundamentos da matéria
orgânica do solo: ecossistemas tropicais e subtropicais. PLD, 2008.

BOT 26 - Técnicas Moleculares Aplicadas a Detecção de Variação Genética Vegetal

Técnicas, ferramentas e metodologias disponíveis para a genotipagem baseadas em PCR. Hibridização e sequenciamento de DNA. Laboratório de biologia molecular. Hibridização. Genomas de plantas e as plataformas de sequenciamento de DNA. Ferramentas de bioinformática para análise de genótipos.
Não Obrigatória; Carga Horária: 45horas; Créditos: 3

Bibliografia
BORÉM, A.; CAIXETA, E.T. Marcadores moleculares. 2ª ed. Editora da UFV, Viçosa,
2009, 532p.
DAVID, E.; BRUNS, E. R.; ASHWOOD, C. & BURTIS, A. Fundamentals of molecular
diagnostics. Elsevier Health Sciences. 2007.
DOUDNA, J. A.; COX, M.M. Biologia Molecular: princípios e técnicas. Artmed. 2012.
FALEIRO, F.G. Marcadores genético-moleculares aplicados a programas de
conservação e uso de recursos genéticos. Planaltina, DF. Embrapa Cerrados, 2007.
102p.
SOUZA, A.G.M.R.; HIRATA, M.H. Biologia molecular. Atheneu, São Paulo, 2013, 268p.
ZAHA, A.; FERREIRA, H.B.; PASSALIA, L.M.P. Biologia molecular básica. 5ª ed, Artmed,
Porto Alegre, 2014, 416p.
Periódicos: Molecular Ecology, American Journal Human Genetic, PLOS Genetics,
Molecular Ecology Resources, Nucleic Acids Research, Molecular Biology
Evolution,Trends in Biotecnology, Nature Reviews, Genome Research, GeneMapper
software Guide.

BOT 27 - Valoração da Diversidade Vegetal

Características funcionais das plantas. Biodiversidade e funcionamento dos ecossistemas. Serviços ecossistêmicos. Natureza e significado da valoração econômica da biodiversidade. Principais métodos de valoração econômica dos serviços ecossistêmicos vegetais. Aplicações práticas da valoração econômica da biodiversidade. Políticas públicas e tratados internacionais.
Não Obrigatória: Carga Horária: 45 horas; Créditos: 3

Bibliografia
MARTINEZ ALIER, J.; ROCA JUSMET, J. Economia ecológica e política ambiental. Ciudad
de México: Fundo de Cultura Econômica. 499pp. 2001.
MAIA, A.G.; ROMEIRO, A.R.; REYDON, PB.P. Valoração de recursos naturais –
metodologias e recomendações: textos para discussão. Campinas: IE/UNICAMP, n.
116, mar. 38 pp. 2004.
HANLEY, N.; SHOGREN, J. F.; WHITE, B. Environmental economics in theory and
practice. Hampshire (UK): Palgrave Macmillan. 2007.
MAY, P. H. (org.) Economia do meio ambiente: teoria e prática. 2ª ed. Rio de Janeiro:
Elsevier/Campus. 379 pp. 2010.

BOT 28 - Atividades Complementares

Inclui cursos de extensão e estágios, atividades didáticas nos vários níveis, atividades científicas, como participação em eventos científicos e a publicação de resumos, livros, capítulos de livros e artigos em periódicos, etc., que foram realizadas pelo aluno e devidamente comprovadas.
Optativa; Carga Horária: 15 horas; Créditos: 1

BOT 29 - Estágio Docência

Atividade de ensino em disciplina de curso de graduação, com aprovação do Colegiado do Programa, supervisionado pelo professor orientador e do professor da disciplina. Esta atividade visa aprimorar a formação dos discentes, oferecendo-lhes adequado treinamento para o magistério.
Optativa ou Obrigatória (bolsistas): Carga Horária: 15 horas; Créditos: 1

BOT 30 - Tópicos Especiais em Botânica Aplicada I

Disciplina oferecida conforme a demanda de um tema de estudo e/ou pela contribuição de um pesquisador visitante ou colaborador esporádico.
Optativa; Carga Horária: 30 horas; Créditos: 2

BOT 31 - Tópicos Especiais em Botânica Aplicada II

Disciplina oferecida conforme a demanda de um tema de estudo e/ou pela contribuição de um pesquisador visitante ou colaborador esporádico.