{"id":180,"date":"2017-03-28T13:46:12","date_gmt":"2017-03-28T16:46:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.posgraduacao.unimontes.br\/ppgh\/?page_id=180"},"modified":"2020-05-25T15:19:39","modified_gmt":"2020-05-25T18:19:39","slug":"grupos-de-pesquisa","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.posgraduacao.unimontes.br\/ppgh\/grupos-de-pesquisa\/","title":{"rendered":"Grupos de Pesquisa"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"contentheading\">\u00a0<\/h2>\n<p><strong> <img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-991 \" src=\"http:\/\/www.posgraduacao.unimontes.br\/uploads\/sites\/2\/2020\/05\/gpeg.png\" alt=\"\" width=\"141\" height=\"92\" srcset=\"https:\/\/www.posgraduacao.unimontes.br\/uploads\/sites\/2\/2020\/05\/gpeg.png 304w, https:\/\/www.posgraduacao.unimontes.br\/uploads\/sites\/2\/2020\/05\/gpeg-280x180.png 280w\" sizes=\"(max-width: 141px) 100vw, 141px\" \/><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Grupo de Pesquisa G\u00eanero e Viol\u00eancia &#8211; GPEG<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Criado em 2006 por meio da resolu\u00e7\u00e3o 174 CEPEX\/2006 e cadastrado nesse mesmo ano no Diret\u00f3rio de Grupos de Pesquisa do CNPq, o Grupo de Pesquisa G\u00eanero e Viol\u00eancia, est\u00e1 vinculado ao Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria da Universidade Estadual de Montes Claros. Tem por <strong>objetivo <\/strong>a cria\u00e7\u00e3o de espa\u00e7o institucional para fomentar o debate acad\u00eamico e incentivar pesquisas sobre g\u00eanero, hist\u00f3ria das mulheres, feminismos e especialmente viol\u00eancia de g\u00eanero, oferecendo instrumentos te\u00f3rico-metodol\u00f3gicos para as\/os alunas\/os da gradua\u00e7\u00e3o e da p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o desenvolverem seus trabalhos e, ao mesmo tempo, agrupar pesquisadores\/as para o desenvolvimento de projetos coletivos. O GPEG tamb\u00e9m tem sido refer\u00eancia para apoio e consultorias no Norte de Minas em projetos e pol\u00edticas p\u00fablicas que envolvem mulheres e viol\u00eancia de g\u00eanero.<\/p>\n<p><strong>Linhas de Pesquisa<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>G\u00eanero, cultura e poder<\/li>\n<li>G\u00eanero, fam\u00edlia e viol\u00eancia<\/li>\n<li>G\u00eanero, Literatura e Hist\u00f3ria<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Pesquisadores<\/strong><\/p>\n<p>Cl\u00e1udia J. Maia \u00a0(<strong>Lider)<\/strong><\/p>\n<p>Ana Paula Jardim Martins Afonso<\/p>\n<p>B\u00e1rbara Figueiredo Souto<\/p>\n<p>Daliana Cristina de Lima Antonio<\/p>\n<p>Fabiana Oliveira Leite<\/p>\n<p>H\u00e9len Ulhoa Pimentel<\/p>\n<p>L\u00facia Helena Costa<\/p>\n<p>Maria da Luz Alves Ferreira<\/p>\n<p>M\u00f4nica Maria Teixeira Amorim<\/p>\n<p>Filomena Luciene Cordeiros Reis<\/p>\n<p>Ildenilson Meireles Barbosa<\/p>\n<p>Leonardo Turchi Pacheco (UFL)<\/p>\n<p>Rosana de Jesus dos Santos (UFU)<\/p>\n<p>Cynara Rodrigues Soares<\/p>\n<p>Rafael Baioni do Nascimento<\/p>\n<p>Renata Santos Maia<\/p>\n<p>Sibylle Raquel Vogt<\/p>\n<p>Theresa Raquel Beth\u00f4nico Corr\u00eaa Martinez<\/p>\n<p>Aline Cardoso Lima<\/p>\n<p>Leonara Larceda Delfino<\/p>\n<p>Gerferson Damasceno Costa<\/p>\n<p>Gustavo Henrique Ramos Silva<\/p>\n<p>Jorge Luiz Teixeira Ribas<\/p>\n<p>Ana Carolina Ferreira<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Pesquisador Estrangeiro<\/strong><\/p>\n<p>Prof. Dr. Manuel Lisboa (Universidade Nova de Lisboa)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Projetos de Pesquisa Desenvolvidos <\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>G\u00eanero e insubmiss\u00e3o feminina no sert\u00e3o do norte de Minas Gerais (2016-atual)<\/strong><\/p>\n<p>Descri\u00e7\u00e3o: Em pesquisa anterior onde buscamos historicizar as pr\u00e1ticas e discursos emancipat\u00f3rios das mulheres em Minas Gerais na primeira metade do s\u00e9culo XX, percebemos que tais discursos e a\u00e7\u00f5es n\u00e3o estiveram em evid\u00eancia no Norte de Minas. Embora tenhamos encontrado vest\u00edgios da cria\u00e7\u00e3o de filiais de associa\u00e7\u00f5es feministas na regi\u00e3o n\u00e3o encontramos na impressa local ou em outros documentos pesquisados a problem\u00e1tica da emancipa\u00e7\u00e3o feminina com a mesma recorr\u00eancia que em outros contextos de Minas, mais urbanizados e modernizados em rela\u00e7\u00e3o ao sert\u00e3o nortemineiro. Partindo do pressuposto de que o feminismo \u00e9 um discurso urbano e burgu\u00eas, uma das hip\u00f3teses desta pesquisa \u00e9 que, a aus\u00eancia do discurso emancipat\u00f3rio das mulheres na regi\u00e3o se deve ao fato de que os pap\u00e9is de g\u00eanero, no per\u00edodo, n\u00e3o eram t\u00e3o fixos e que as mulheres n\u00e3o estavam submetidas \u00e0 um modelo de comportamento baseado na domesticidade burguesa. Assim, essa pesquisa buscar\u00e1 responder as seguintes quest\u00f5es: Quais e como s\u00e3o constru\u00eddos pap\u00e9is e representa\u00e7\u00f5es de g\u00eanero associados \u00e0s mulheres na fam\u00edlia, no casamento e em espa\u00e7os sociais no sert\u00e3o nortemineiro da primeira metade do s\u00e9culo XX? Quais as formas de insubmiss\u00e3o feminina, conflitos e tens\u00f5es presentes nas rela\u00e7\u00f5es cotidianas? Quais as representa\u00e7\u00f5es e c\u00f3digos que constitui e torna intelig\u00edvel a mulher sertaneja? Pretende-se assim dar continuidade ao estudo das pr\u00e1ticas femininas emancipat\u00f3rias em Minas, mas tamb\u00e9m entender as rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero em contextos n\u00e3o urbanizados e a constitui\u00e7\u00e3o de modos de vidas das mulheres no sert\u00e3o nortemineiro. O corpus documental ser\u00e1 composto por entrevistas de Hist\u00f3ria Oral, livros de mem\u00f3ria, documentos pessoais, fotografias e registros de casamento. Para a an\u00e1lise ser\u00e3o utilizados procedimento de An\u00e1lise do discurso e os conceitos de g\u00eanero, poder e representa\u00e7\u00e3o social. Selecionamos como espa\u00e7o de investiga\u00e7\u00e3o emp\u00edrica, nessa primeira fase, os munic\u00edpios de Montes Claros, Janu\u00e1ria, S\u00e3o Francisco, Pirapora e Diamantina, esse \u00faltimo possibilitar\u00e1 uma an\u00e1lise comparativa. A pesquisa abre-se tamb\u00e9m para a investiga\u00e7\u00e3o de rela\u00e7\u00f5es de poder e formas de resist\u00eancia feminina em outros contextos nacionais.<\/p>\n<p><strong>Financiamento: <\/strong>FAPEMIG<\/p>\n<p><strong>Viol\u00eancia de g\u00eanero e biopol\u00edtica no norte Minas (2012-atual)<\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Descri\u00e7\u00e3o: O projeto d\u00e1 continuidade a pesquisas desenvolvidas pelo Grupo de Pesquisa G\u00eanero e Viol\u00eancia, iniciadas em 2006 e tem por objetivo analisar no processo hist\u00f3rico a viol\u00eancia de g\u00eanero no norte de Minas Gerais, enfatizando a viol\u00eancia contra mulheres. Para tanto, segue duas grandes linhas de investiga\u00e7\u00e3o. A primeira enfoca as mulheres em situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia, procurando entender suas experi\u00eancias, os tipos de viol\u00eancias sofridas, as formas de resist\u00eancias, os modos de subjetiva\u00e7\u00e3o, seus contextos sociais e culturais, as rela\u00e7\u00f5es de poder no \u00e2mbito familiar, as representa\u00e7\u00f5es e sentidos que elas constroem sobre a viol\u00eancia sofrida, bem como as implica\u00e7\u00f5es dessa sobre suas vidas, seus corpos e sua sa\u00fade f\u00edsica e mental. A outra linha de investiga\u00e7\u00e3o enfoca, a partir do conceito de biopol\u00edtica, a atua\u00e7\u00e3o e o papel do Estado na concep\u00e7\u00e3o, preven\u00e7\u00e3o, controle e combate \u00e0 viol\u00eancia de g\u00eanero atrav\u00e9s dos \u00f3rg\u00e3os criados para essa finalidade (como a Defensoria P\u00fablica, a Delegacia da Mulher, N\u00facleos de assist\u00eancia, etc.) e de medidas pol\u00edticas e institucionais adotadas. Para as an\u00e1lises, utilizamos um diversificado n\u00famero de fontes impressas, audiovisuais e orais. Dentro dessa perspectiva mais ampla, o projeto engloba outros subprojetos e abre-se para a incorpora\u00e7\u00e3o de an\u00e1lises conjuntas e\/ou comparativas com outros contextos sociais do Brasil e de outros pa\u00edses marcados pela cultura patriarcal. Dentre os subprojetos j\u00e1 desenvolvidos est\u00e3o: viol\u00eancia de g\u00eanero no norte de Minas: um olhar hist\u00f3rico (2006-2009); Mulheres e viol\u00eancia no norte de Minas (2008-2010); viol\u00eancia de g\u00eanero e sa\u00fade das mulheres (2012-atual).<\/p>\n<p><strong>Financiamento: <\/strong>FAPEMIG, CNPq<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Tecnologias de g\u00eanero e formas de insubmiss\u00e3o feminina na contemporaneidade (2013-2018)<br \/><\/strong><\/p>\n<p>Descri\u00e7\u00e3o: A partir dos conceitos de &#8216;poder&#8217; e &#8216;tecnologias de sexo&#8217; formulados por Michel Foucault, a te\u00f3rica feminista Teresa de Lauretis prop\u00f4s conceber o g\u00eanero como produto de diferentes tecnologias sociais como o cinema, a televis\u00e3o, a m\u00fasica, a literatura e a m\u00eddia impressa, de discursos institucionalizados ou n\u00e3o, assim como de epistemologias e de pr\u00e1ticas da vida cotidiana. Para referir-se a essas tecnologias, discursos e pr\u00e1ticas construtoras de g\u00eanero a autora elaborou o conceito de ?tecnologias de g\u00eanero?. Este projeto tem por objetivo mais amplo entender o funcionamento dessas tecnologias e dispositivos de poder na constitui\u00e7\u00e3o de sujeitos, especialmente do feminino na contemporaneidade, bem como as formas de insubmiss\u00e3o feminina e desacato \u00e0s representa\u00e7\u00f5es de g\u00eanero institu\u00eddas. Seguindo a perspectiva de Foucault, concebemos o poder como multiplicidade de correla\u00e7\u00f5es de for\u00e7as; ele n\u00e3o apenas impede, co\u00edbe, limita, mas tamb\u00e9m incita e produz. Al\u00e9m disso, n\u00e3o h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o de poder onde as determina\u00e7\u00f5es estejam saturadas, mas somente quando h\u00e1 possibilidade de deslocamento e escapat\u00f3ria; n\u00e3o h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o de poder sem resist\u00eancia, sem insubmiss\u00e3o ou sem eventual invers\u00e3o. Assim, se objetivamos entender o funcionamento das tecnologias de g\u00eanero na constitui\u00e7\u00e3o de sujeitos femininos e de representa\u00e7\u00f5es de g\u00eanero, buscamos tamb\u00e9m entender as formas de escapar das t\u00e9cnicas de assujeitamento ou subverter processos de subjetiva\u00e7\u00e3o. Dentro dessa proposta mais ampla foram desenvolvidos os subprojetos de mestrado e inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<\/p>\n<p><strong>Financiamento: <\/strong>FAPEMIG, CAPES, CNPq<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>2013 &#8211; 2015<\/strong><\/p>\n<p><strong>Mineiras insubmissas: emancipa\u00e7\u00e3o feminina e pr\u00e1ticas feministas em Minas Gerais na primeira metade do s\u00e9culo XX (2013-2015)<\/strong><\/p>\n<p><strong><br \/><\/strong>Descri\u00e7\u00e3o: O projeto visa analisar pr\u00e1ticas feministas e a\u00e7\u00f5es, organizadas ou isoladas, das mulheres em busca de emancipa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, econ\u00f4mica, social e familiar em Minas Gerais na primeira metade do s\u00e9culo XX, bem como a produ\u00e7\u00e3o de sentidos sobre o feminismo neste contexto hist\u00f3rico. Ser\u00e1 dado \u00eanfase especialmente nas escritoras mineiras.<\/p>\n<p><strong>Financiamento<\/strong>: FAPEMIG, CNPq<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Fam\u00edlia e demografia em Minas Gerais nos s\u00e9culos XVIII, XIX e XX \u2013 PRONEX (2009-2013)<br \/><\/strong><\/p>\n<p>Descri\u00e7\u00e3o: O projeto visa implatar um N\u00facleo de Excel\u00eancia em Fam\u00edlia e demografia em Minas Gerais e est\u00e1 sendo desenvolvido em parceria com v\u00e1rias IES de Minas Gerais,<\/p>\n<p><strong>Financiamento: <\/strong>FAPEMIG<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Viol\u00eancia de G\u00eanero no Norte de Minas (1970-2000): Um olhar hist\u00f3rico (2006-2009)<\/strong><\/p>\n<p>Descri\u00e7\u00e3o: Na tentativa de desvelar as v\u00e1rias faces da viol\u00eancia de g\u00eanero e contribuir para as discuss\u00f5es em torno dessa tem\u00e1tica, a presente pesquisa tem por objetivo analisar no processo hist\u00f3rico a viol\u00eancia de g\u00eanero no norte de Minas Gerais, enfatizando a viol\u00eancia contra mulheres. O l\u00f3cus da pesquisa s\u00e3o as cidades de Montes Claros e Jana\u00faba no per\u00edodo de 1970 a 2007. Para tanto, o corpus documental est\u00e1 composto por processos criminais, Boletins de Ocorr\u00eancia das Delegacias de Pol\u00edcia e das Delegacias de Repress\u00e3o aos Crimes contra a Mulher, e not\u00edcias de jornais locais. <br \/><strong>Financiamento: <\/strong>FAPEMIG, CNPq<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Viol\u00eancia de G\u00eanero e Sa\u00fade das Mulheres (2012-2015)<\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Descri\u00e7\u00e3o: Este projeto tem como proposta e problema mais amplo entender a rela\u00e7\u00e3o entre a viol\u00eancia de g\u00eanero e a sa\u00fade f\u00edsica e psicol\u00f3gica de mulheres v\u00edtimas. Para tanto, seguiremos quatro linhas de investiga\u00e7\u00e3o, a saber: o processo de adoecimento das mulheres decorrente da viol\u00eancia; as rela\u00e7\u00f5es entre a viol\u00eancia e o exerc\u00edcio da sexualidade, enfatizando a vulnerabilidade que as mulheres v\u00edtimas est\u00e3o expostas; as representa\u00e7\u00f5es que as mulheres v\u00edtimas e os profissionais da sa\u00fade constroem sobre viol\u00eancia de g\u00eanero, sa\u00fade e doen\u00e7a; e, o corpo feminino violentado. A proposta, portanto, \u00e9 abordar o problema a partir de m\u00faltiplas dimens\u00f5es e olhares que ele requer, isso exige tamb\u00e9m uma equipe de pesquisadores multidisciplinar. A pesquisa ser\u00e1 desenvolvida em Montes Claros norte de Minas Gerais, e Uberl\u00e2ndia na regi\u00e3o do triangulo mineiro. Estas cidades foram escolhidas por serem ambas intermedi\u00e1rias, apresentarem caracter\u00edsticas e problemas sociais bastante semelhantes e estarem localizadas em diferentes regi\u00f5es de Minas Gerais. Os sujeitos da pesquisa ser\u00e3o mulheres v\u00edtimas de viol\u00eancia de g\u00eanero que procuram assist\u00eancia \u00e0 sa\u00fade. Assim, delimitamos como espa\u00e7os institucionais para a produ\u00e7\u00e3o dos dados emp\u00edricos e a an\u00e1lise documental os Hospitais Universit\u00e1rios da Unimontes e da UFU especificamente os Centros de atendimento \u00e0s mulheres v\u00edtimas de viol\u00eancia e o Centro de notifica\u00e7\u00e3o de aborto. A pesquisa ser\u00e1 realizada em duas etapas: a primeira consistir\u00e1 no levantamento e an\u00e1lise das fichas e prontu\u00e1rios das mulheres inscritas nos programas nos \u00faltimos dois anos (2010-2011). A segunda etapa consistir\u00e1 na sele\u00e7\u00e3o das informantes e realiza\u00e7\u00e3o das entrevistas de hist\u00f3ria de vida com mulheres das cidades pesquisadas. Os dados ser\u00e3o analisados utilizando An\u00e1lise de discurso, representa\u00e7\u00f5es sociais e g\u00eanero.<\/p>\n<p><strong>Financiamento: <\/strong>CNPq<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>CONTATO DO GRUPO<\/strong><\/p>\n<p>Sala 69, pr\u00e9dio 2, Centro de Ci\u00eancias Humanas.<\/p>\n<p>Universidade Estadual de Montes Claros &#8211; Unimontes<\/p>\n<p>Campus Universit\u00e1rio Prof. Darcy Ribeiro, Vila Mauric\u00e9ia, Montes Claros \u2013 MG<\/p>\n<p>(38) 3229-8060\u00a0 email: <a href=\"mailto:gvmulheres@gmail.com\">gvmulheres@gmail.com<\/a><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>P\u00c1GINA CNPQ<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/dgp.cnpq.br\/dgp\/espelhogrupo\/2065212964270257\">http:\/\/dgp.cnpq.br\/dgp\/espelhogrupo\/2065212964270257<\/a><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 Grupo de Pesquisa G\u00eanero e Viol\u00eancia &#8211; GPEG Criado em 2006 por meio da resolu\u00e7\u00e3o 174 CEPEX\/2006 e cadastrado nesse mesmo ano no Diret\u00f3rio de Grupos de Pesquisa do CNPq, o Grupo de Pesquisa G\u00eanero e Viol\u00eancia, est\u00e1 vinculado ao Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria da Universidade Estadual de Montes Claros. 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